In Memoriam Credidio Rosa (4/9/1938 - 6/8/2014)

sábado, 28 de outubro de 2017

Vinhos Californianos - Credvinho

Data: outubro 2017
Local: Prohibition Wine Bar
Tema: Vinhos Californianos 

Preocupados com o incêndio da Califórnia que destruiu alguns de seus vinhedos, resolvemos degustar alguns dos bons vinhos da região, que ainda apresentam preços accessíveis aos nossos bolsos.

Nossa reunião foi no Prohibition Wine Bar, antigo Smart buy Wine, onde já havíamos realizado uma reunião há alguns anos. É uma importadora simpática e com ótimo atendimento, especializada em vinhos californianos, com uma vasta variedade de vinhos americanos, o que é raro em São Paulo.



Degustamos nesta noite 4 vinhos da vinícola Castle Rock, vinícola vencedora de grandes concursos, situada na região de Sonoma. Todos vinhos varietais.

O vinho de boca foi um Chardonnay 2013 da Castle Rock que apresentou aromas de baunilha, pera e melão. Vinho com final longo e persistente, GA 13,5%, R$ 117,00. Este vinho agradou a todos.



Degustação:

1- Castle Rock, Pinot Noir, 2012, GA 13,5%,R$ 150,00
Vinho elegante, de corpo médio, com aromas de cereja e um toque herbáceo.Taninos muito suaves. Foi o terceiro a ser escolhido.

2- Castle Rock, Cabernet Sauvignon, 2013, GA 13,5%, R$ 138,00
Aromas de cerejas pretas e especiarias.Vinho intenso com final longo e harmonioso. 14 meses em barris franceses, americanos e húngaros. Foi o primeiro a ser escolhido.

3-Castle Rock Syrah, 2011, GA 14,5%, R$ 118,00
Aromas complexos de especiarias e frutas e um quê de pimenta preta. Foi o quarto a ser escolhido.

4-Buena Vista Zinfandel, 2013, GA 14,5%, R$ 249,00
Vinho do vale do Sonoma com aromas de ameixas, framboesas, mirtilo e pimenta negra. Foi o segundo a ser escolhido.



No jantar foram servidos diversos risotos, todos deliciosos e ao dente, regados a um super Zinfandel Mettler Old Vine Zinfandel Epicenter, Lodi, 2010, GA 15,9%. Um blend de 83% zinfandel, 13% petite sirah, 4% cabernet sauvignon. R$ 280,00.
Noite agradável com ótima companhia, ótima bebida e jantar especial.

Até novembro
Vera

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

REGIÃO DE LE MARCHE - CLUVINHO

CLUVINHO - SETEMBRO 2017

TEMA - LE MARCHE

LOCAL - NOU RESTAURANTE



Le Marche é um a região da Itália na costa adriática, onde se destacam duas cidades famosas Ancona e Ascoli Piceno. O vinho mais conhecido desta região é o Verdicchio dei Castelli di Jesi, um branco muito apreciado em todo mundo, e as cepas tintas plantadas nesta região são: Montepulciano, Sangiovese, Lacrima di Morro, Cabernet Sauvignon e Merlot. Le Marche faz divisa ao norte com a Emilia-Romagna, oeste com a Toscana, Umbria e Lazio e ao sul com Abruzzo. Todos os vinhos testados são de um mesmo produtor VELENOSI e quem importa é a Casa Marche.

Abrimos com o vinho branco Villa Angela - Offida 2015, feito com a uva Pecorino, muito usada em Le Marche e Abruzzo, fresco e fácil de harmonizar, produzido em tanques de aço com  bombeamento do mosto para deixar a mistura bem uniforme, com controle de temperatura, colheita a mão, GA - 13%, 2 bicchieri no GR e R$ 89,00.

Os vinhos degustados foram:

LACRIMA DI MORRO D’ALBA SUPERIORE DOC 2014 - Este tinto é produzido 100% com a uva Lacrima di Morro, que recebe este nome porque quando a uva esta no ponto sua pele racha deixando escorrer uma gota como se fosse uma lágrima. Pode se dizer que é uma uva autóctone desta região com seus vinhedos localizados no Morro D’Alba perto de Ancona. Vinificada em tanques de aço com bombeamento do mosto, rubi intenso, aroma de groselha e amora, na boca chega lembrar um Barbera, taninos presentes e boa acidez, GA -13% e R$ 219,00. Ficou em quarto na preferência.

ROSSO PICENO SUPERIORE BRECCIAROLO GOLD DOC 2014 - Um corte de 70% Montepulciano, 30% Sangiovese com vinhedos em Offida e Ascoli Piceno. Fica em barricas de carvalho francês novas durante 24 meses, 2 bicchieri no GR, rubi, frutas vermelhas, taninos equilibrados, boa acidez e elegante. Este vinho está muito novo e deve ser decantado, para extrair o seu potencial, o que não foi feito para a degustação. GA - 13,5%  e R$ 225,00. Ficou em terceiro na preferência.

LUDI OFFIDA DOCG 2013 - Tinto magnifico, apesar da jovialidade. Um corte de 50% Montepulciano, 30% de Cabernet Sauvignon e 20% Merlot com vinhedos em Offida e Castelões di Lama. Fica de 18/24 meses em barris de carvalho francês novo, 2 bacchieri no GR, grená intenso, frutas presentes, macio, elegante e com muita personalidade, tanino e acidez equilibrada, GA - 14,5% e R$ 449,00. Foi o primeiro na preferência.

ROSSO PICENO SUPERIORE BRECCIAROLO DOC 2014 - Este tinto é igual ao segundo exemplar acima, só não tem o Gold no nome e passa 6 meses em barricas de segundo uso, 2 bacchieri no GR, é um vinho mais pronto para ser apreciado, GA - 13,5% e R$ 120,00. Ficou em segundo na preferência.



No jantar, tivemos uma salada de entrada e foi oferecido duas opções: um taglarini ao molho de funghi e um lombo de porco ao molho de vinho tinto com polenta. Excelentes
Para acompanhar o jantar tomamos o Lacrima di Morro D’Alba, que harmonizou bem, pelo menos, com o lombo de porco.

Cred não nos abandone.


Taba

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Ripasso - Cluvinho

Cluvinho - Agosto 2017

Tema: Ripasso

Local: Genova Restaurante



Devido a problemas particulares, este mês não foi obedecido a data usual da nossa degustação, ela aconteceu dia 29/08. O tema RIPASSO foi escolhido por ser uma técnica utilizado exclusivamente no Veneto, segundo os meus conhecimentos. Ela é usada na sub-região de Valpolicella, as uvas mais usadas são: corvina, rondinella e molinara, podemos que este seria o padrão, assim como acontece no corte bordalês. A técnica ripasso é quando é extraído o mosto das uvas para preparação do vinho Valpolicella e nele se junta o mosto da sobra da preparação do Amarone della Valpolicella e dai inicia-se a vinificação do Ripasso Valpolicella, sendo abusado podemos dizer que Ripasso é um semi-Amarone.



Já que o tema era de origem veneta, abrimos com o Prosecco di Valdobiadene Brut DOCG 2015, muito agradável, fresco, do produtor De Faveri, GA - 11%, R$ 109,00, importado pela World Wine. A escolha dos vinhos foi muito equilibrada.

SOPRASASSO 2013 - Da sub-região de Santa Ninfa, produtor MGM (iniciais do sobrenome dos 3 sócios), um corte de Corvina e Veronese, 12 meses de barril, rubi, aroma com toques de balsâmico, cacau e café, longo e bem estruturado, GA - 14%, R$ 144,00, importado pela Grand Cru, foi o quarto na escolha.

SAN ROCCO 2013 - Da sub-região de Valpolicella, produtor Tedeschi (com mais de 4 séculos de história), um corte de Corvina, Corvinone, Rondinella, Molinara, Rossignola, Negrara e Dindarella, 6 meses de barrica eslovena, rubi/grena, cereja, groselha e cacau, elegante, bom retrogosto, GA - 14%, R$ 174,00, importado pela Grand Cru, foi o terceiro na escolha.

ANTICHELLO DOC 2011 - Da sub-região de Valpolicella, produtor Santa Sofia, um corte de 70% Corvina Veronese e 30% Rondinella, 9 meses em barril, rubi, compota de frutas, bem encorpado e boa persistência, GA - 13,5%, R$ 182,00, importado pela Ravin, foi o segundo na escolha.

RIPASSA DOC 2013 - Da sub-região de Valpolicella, produtor Zenato, um corte de 85% Corvina, 10% Rondinella e 8% de Oseleta, 18 meses em barril, rubi/grena, frutas negras, especiarias, longo e bem estruturado, GA - 13,5%, R$ 179,00, importado pela World Wine, foi o primeiro na escolha.

O jantar foi simplesmente divino, por ser dia 29, o confrade Raphael pediu que o jantar fosse um gnocchi de batata e realmente foi uma boa escolha pois estava leve e com um molho ao sugo fantástico, para acompanhar esta joia escolhemos o MEMORO ROSSO, um vinho não safrado, importado pela Vinci, que é produzido pela vinícola toscana Piccini em homenagem ao aniversário de 150 anos da unificação italiana, este vinho é a combinação de 4 regiões italianas: 40% Primitivo (Puglia), 30% Montepulciano (Abruzzo), 20% Nero D’Avola (Sicilia) e 10% Merlot (Veneto), GA - 14%, R$ 87,00, um vinho muito agradável e de fácil de harmonizar.

Cred não nos abandone.


Taba

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